quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

POLÊMICA - "Caso Carina Teixeira" tem nova Polêmica em Ivaiporã

JULGAMENTO DE CONSELHEIRAS 
Ficou para o dia 23 de janeiro o Julgamento das Conselheiras que entregaram a guarda dos filhos da jovem mãe "Karina Teixeira", brutalmente assassinada em Ivaiporã, para familiares da vítima
Gerou muita polêmica, comentários, críticas, elogios e outras manifestações diversas, o artigo que publicamos sobre os filhos da jovem Karina Teixeira, brutalmente assassinada, em Ivaiporã. Duas Conselheiras, que entregaram a guarda provisória das crianças a Camila Teixeira, irmã de Carina, foram alvos de um sindicância, o que gerou controvérsias. No dia 21 de dezembro, no salão nobre da Prefeitura, foi realizada uma espécie de audiência pública, em caráter de julgamento, para avaliar a atitude das Conselheiras, mas segundo o conceituado advogado Dr. Alikan Zanotti, após ouvir três testemunhas: um policial que estava de plantão, no dia dos fatos, a diretora do colégio, onde as crianças estudam ou estudavam, e a irmã de Carina, o julgamento foi suspenso, devido a ausência do Dr. Carlos Eduardo, Promotor de Justiça, que entra como uma espécie de testemunha. "Estamos advogando para as Conselheiras e com a convecção de que elas agiram corretamente, se preocupando com as crianças e entregando para a irmã de Karina. Acredito que elas deveriam ser parabenizadas e reconhecidas, até porque agiram tomando todos os cuidados que o caso exige, mas ao contrário, foram vítimas desta acusação", disse o Dr. Alikan.  A continuação do Julgamento será no dia 23 de janeiro, de 2017.  LEIA A SEGUIR, O ARTIGO PUBLICADO:  Pupila em nossa memória o recente caso de Carina Teixeira, aquela moça que foi assassinada pelo seu ex amásio e jogada dentro de uma fossa na cidade de Ivaiporã – Pr (Clique aqui para rever reportagens sobre o caso). Pois bem, quando  imagina-se que o caso estava praticamente encerrado, ou seja,  que o assassino iria ficar vários anos presos, pagando pelo crime bárbaro que cometeu, não é bem assim. Pasmem - no dia que o corpo de Carina foi encontrado dentro da fossa e estava sendo retirado, o irmão do assassino foi até a escola da filha de Carina de cinco anos e solicitou informações acerca os documentos necessários da criança para ser transferida da escola. A diretora da escola, ligou para uma conselheira tutelar e pediu orientação de como deveria agir. A conselheira tutelar, imediatamente, solicitou o apoio de outra conselheira e foram até o Ministério Público da comarca informarem-se de como deveriam proceder, haja vista que as crianças poderiam ser retiradas da escola e levadas, sabe-se lá para onde. Ao que tudo indica,  para o estado de São Paulo, onde reside a mãe do assassino. O Ministério Púbico orientou as conselheiras a se reunirem com as demais e decidirem o que fazer. Com duas conselheiras de folga, as duas competentes conselheiras, ligaram para as demais e decidiram retirar as crianças da guarda do irmão do assassino e entregarem à irmã de Carina, diante da iminência de serem levadas embora pela família do assassino. Após todo esse esforço das conselheiras tutelar, pasmem de novo, provocado, entendeu o Ministério Público que elas agiram de forma precipitada e não poderiam ter retirado as crianças da casa dos parentes do assassino, que, diga-se,  estavam morando em um bar mantendo contato diário com bebidas alcoólicas e tabaco, portanto decidiu processar as conselheiras.   Dê sua opinião, seja ela contrária ou a favor. Para fazer isto,   basta clicar,  logo abaixo, na palavra - "comentários". 

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