Ex-senadora Marina Silva se filia ao Partido Socialista Brasileiro
A ex-senadora Marina Silva surpreendeu o meio político, neste sábado, 05 de outubro. Depois de ter o pedido de registro da Rede Sustentabilidade rejeitado no Tribunal Superior Eleitoral, ela se filiou ao Partido Socialista Brasileiro, e anunciou que apoia a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à presidência. Depois de receber convites de, pelo menos, sete partidos, Marina Silva se reuniu com aliados para decidir o futuro político. Ao final das negociações, acertou a filiação ao Partido Socialista Brasileiro, do governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos. O anúncio foi feito ao lado dele. Vários políticos participaram do ato de filiação. Entre eles, a ex-prefeita de São Paulo e deputada federal Luiza Erundina, e o deputado Miro Teixeira, apoiador da Rede Sustentabilidade. Marina explicou a opção pelo PSB. “Por que o PSB? Porque, em muitas frentes de batalha, nós estamos juntos historicamente com as nossas diferenças. Não as negamos. Mas porque tem governador que trabalhou pra viabilizar a sua candidatura legítima a presidente da República, que está trabalhando a duras penas para não ser cassado de forma diferente da minha. Mas igualmente com risco de ser cassado, sendo minado”, disse Marina Silva, ex-senadora.
Segundo ela, também pesou na decisão o fato de o PSB ter apoiado a criação da Rede Sustentabilidade e de ter recorrido ao Supremo Tribunal Federal contra a lei que dificultaria a criação de seu partido - proposta que teve o apoio do Palácio do Planalto. Além disso, há duas semanas, o PSB decidiu deixar o governo Dilma, e passou a entregar os cargos que tinha. Marina Silva também lembrou que o Tribunal Superior Eleitoral negou a criação de seu partido, a Rede Sustentabilidade. E reclamou das anulações de assinaturas sem justificativa, alegando que os cartórios do ABC Paulista, tradicional reduto eleitoral do PT, recusaram 88% das assinaturas apresentadas na região. No discurso, Marina citou os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula. Ressaltou méritos, mas falou em novos desafios, para valorizar a educação e infraestrutura com sustentabilidade. “Ninguém faz o novo do novo. Tudo que existe é porque foi capaz de preservar alguma coisa e o compromisso dessa coligação pragmática, desta coligação programática, é de manter as conquistas, reparar os erros, ajudar a reparar os erros e enfrentar os novos desafios”, disse Marina Silva. A ex-senadora, que recebeu quase 20 milhões de votos na eleição de 2010, deixou a decisão para o último dia. A própria Marina Silva admitiu que só considerou a possibilidade de ir pro PSB depois de uma reunião. E disse que partiu dela a iniciativa de propor a aliança a Eduardo Campos. A ex-senadora surpreendeu: tida como possível candidata à presidência, escolheu justamente um partido que já tem projeto de candidatura. Ela declarou apoio a Eduardo Campos. Perguntada se aceitaria ser candidata a vice, Marina falou que ainda precisa consultar seus aliados. “Sou militante da Rede. E a Rede de Sustentabilidade ainda não fez essa discussão de se vai ou não vai ter vice ou não vice. A discussão que fizemos é que queremos programa. Mas o PSB já fez sua discussão. E tem candidato”, disse Marina Silva. Eduardo Campos disse que ainda é cedo para anunciar a chapa para disputar a presidência. “Quando vamos tomar decisão quem vai ser isso, vai ser aquilo será no tempo certo. Não somos nós que estamos nervosos, estamos tranqüilos”, disse Eduardo Campos, governador de Pernambuco, PSB.
Segundo ela, também pesou na decisão o fato de o PSB ter apoiado a criação da Rede Sustentabilidade e de ter recorrido ao Supremo Tribunal Federal contra a lei que dificultaria a criação de seu partido - proposta que teve o apoio do Palácio do Planalto. Além disso, há duas semanas, o PSB decidiu deixar o governo Dilma, e passou a entregar os cargos que tinha. Marina Silva também lembrou que o Tribunal Superior Eleitoral negou a criação de seu partido, a Rede Sustentabilidade. E reclamou das anulações de assinaturas sem justificativa, alegando que os cartórios do ABC Paulista, tradicional reduto eleitoral do PT, recusaram 88% das assinaturas apresentadas na região. No discurso, Marina citou os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula. Ressaltou méritos, mas falou em novos desafios, para valorizar a educação e infraestrutura com sustentabilidade. “Ninguém faz o novo do novo. Tudo que existe é porque foi capaz de preservar alguma coisa e o compromisso dessa coligação pragmática, desta coligação programática, é de manter as conquistas, reparar os erros, ajudar a reparar os erros e enfrentar os novos desafios”, disse Marina Silva. A ex-senadora, que recebeu quase 20 milhões de votos na eleição de 2010, deixou a decisão para o último dia. A própria Marina Silva admitiu que só considerou a possibilidade de ir pro PSB depois de uma reunião. E disse que partiu dela a iniciativa de propor a aliança a Eduardo Campos. A ex-senadora surpreendeu: tida como possível candidata à presidência, escolheu justamente um partido que já tem projeto de candidatura. Ela declarou apoio a Eduardo Campos. Perguntada se aceitaria ser candidata a vice, Marina falou que ainda precisa consultar seus aliados. “Sou militante da Rede. E a Rede de Sustentabilidade ainda não fez essa discussão de se vai ou não vai ter vice ou não vice. A discussão que fizemos é que queremos programa. Mas o PSB já fez sua discussão. E tem candidato”, disse Marina Silva. Eduardo Campos disse que ainda é cedo para anunciar a chapa para disputar a presidência. “Quando vamos tomar decisão quem vai ser isso, vai ser aquilo será no tempo certo. Não somos nós que estamos nervosos, estamos tranqüilos”, disse Eduardo Campos, governador de Pernambuco, PSB.
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